
{"id":231038,"date":"2023-11-23T11:55:36","date_gmt":"2023-11-23T14:55:36","guid":{"rendered":"https:\/\/portalbacana.com.br\/index.php\/2023\/11\/23\/ribeirinhos-no-amazonas-reclamam-de-falta-de-assistencia-durante-seca\/"},"modified":"2023-11-23T11:55:36","modified_gmt":"2023-11-23T14:55:36","slug":"ribeirinhos-no-amazonas-reclamam-de-falta-de-assistencia-durante-seca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalbacana.com.br\/index.php\/2023\/11\/23\/ribeirinhos-no-amazonas-reclamam-de-falta-de-assistencia-durante-seca\/","title":{"rendered":"Ribeirinhos no Amazonas reclamam de falta de assist\u00eancia durante seca"},"content":{"rendered":"\n<p>Foto: Rafa Neddermeyer\/Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p>Moradores de comunidades ribeirinhas e de flutuantes encalhados no Rio Negro relatam sofrer \u201cabandono\u201d por parte do poder p\u00fablico local e estadual. Entre as situa\u00e7\u00f5es est\u00e3o a falta de recebimento de cestas b\u00e1sicas, de acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e energia el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundos relatos ouvidos pela Ag\u00eancia Brasil, alguns moradores estariam com dificuldades para conseguir se alimentar, passando at\u00e9 fome. Eles tamb\u00e9m reclamam de dificuldades de acessibilidade para deixar o local onde moram e ir \u00e0s \u00e1reas urbanas da regi\u00e3o metropolitana de Manaus, em busca de alimentos e cuidados de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>As fam\u00edlias que vivem em flutuantes encalhados na regi\u00e3o conhecida como ilhas, do outro lado da ponte Jornalista Phelippe Daou, que separa Manaus do munic\u00edpio de Iranduba, passam por situa\u00e7\u00e3o de priva\u00e7\u00e3o, em alguns casos sem acesso \u00e0 energia el\u00e9trica e \u00e1gua, sem receber cestas b\u00e1sicas, chamadas de rancho e anunciadas pelo poder p\u00fablico municipal e estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>Um desses moradores, o comerciante Francisco Aldir Ferreira, 51 anos, vende farinha, a\u00e7\u00facar, p\u00e3o e outros itens em um pequeno flutuante encalhado no leito do rio. Ele contou \u00e0 Ag\u00eancia Brasil que as cerca de 80 fam\u00edlias est\u00e3o sem acesso \u00e0 \u00e1gua encanada. No local onde seu com\u00e9rcio est\u00e1 encalhado, localizado pouco depois do distrito Cacau Pir\u00eara, moram cerca de 80 fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente sente falta de muita coisa. \u00c1gua, mercadoria, comida tamb\u00e9m. \u00c0s vezes, a pessoa traz ranchos [cestas b\u00e1sicas] e n\u00e3o entrega direito pra gente. O prefeito tamb\u00e9m n\u00e3o liga\u201d, relatou. \u201c\u00c0s vezes chega a luz, \u00e0s vezes n\u00e3o tem. \u00c9 uma briga feia\u201d, disse o comerciante.<\/p>\n\n\n\n<p>A vendedora aut\u00f4noma Onete Moraes, 31 anos, informou que h\u00e1 cerca de cinco dias a \u00e1gua n\u00e3o aparecia nos canos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA \u00e1gua \u00e9 complicada, dia que vem, dia que n\u00e3o vem, entendeu? Est\u00e1 muito dif\u00edcil essa seca, piorou para todo mundo, nem pescar est\u00e1 dando.&nbsp;Tudo seco, n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es. Olha s\u00f3 quantos quil\u00f4metros a gente tem que andar para chegar l\u00e1 na beira do rio, j\u00e1 est\u00e1 quase em Manaus\u201d, afirmou. \u201cEnt\u00e3o, para todo mundo ficou muito dificultoso nessa seca aqui, est\u00e1 horr\u00edvel mesmo, dif\u00edcil&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante da situa\u00e7\u00e3o, Onete e alguns moradores decidiram iniciar uma ocupa\u00e7\u00e3o em \u00e1rea seca. A medida tem por objetivo for\u00e7ar a prefeitura a construir moradias para quem vive em flutuantes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA prefeitura&nbsp;eu creio que tem condi\u00e7\u00f5es de dar uma moradia assim para o povo do flutuante, entendeu? Mas em casas que \u00e9 na beira da rua\u201d, disse&nbsp;Onete, que lembrou a situa\u00e7\u00e3o de moradores de flutuantes encalhados nas localidades chamadas de ilhas. \u201cEssa \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o ribeirinha e das palafitas que t\u00eam a\u00ed para tr\u00e1s. Tem casa pra&nbsp;l\u00e1 ainda, s\u00e3o piores do que n\u00f3s, porque aqui ainda tem como&nbsp;puxar um cano de \u00e1gua e para eles l\u00e1, nem energia tem. Ent\u00e3o, a gente n\u00e3o tem que falar s\u00f3 por um, mas por todos que est\u00e3o aqui, que vivem essa situa\u00e7\u00e3o, de&nbsp;seca\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessas localidades, a exemplo de Ilha Iranduba, Ponta da Pira\u00edba, Alagadi\u00e7o e outras, \u00e9 que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais dr\u00e1stica. Al\u00e9m da falta de energia, do acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel, para conseguir alimentos, os moradores t\u00eam que enfrentar caminhadas de mais de uma hora em meio ao leito lamacento do Rio Negro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o caso do pescador Adriano Rodrigues, 38 anos, que a cada dois dias faz a travessia para comprar \u00e1gua. \u00c0&nbsp;<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>&nbsp;ele explicou que, al\u00e9m de estar&nbsp;sem&nbsp;energia el\u00e9trica h\u00e1 cerca de dois meses, a \u00e1gua que os moradores utilizam vem de uma cacimba cavada em uma das ilhas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSem luz e tomando \u00e1gua da cacimba. Se quiser, como&nbsp;fa\u00e7o, eu vou l\u00e1 na feira e trago cinco, seis garrafas na costa. Toda viagem que vou, levo esse saquinho para trazer com as garrafas dentro. Durante todo esse tempo, foram&nbsp;seis garraf\u00f5es de \u00e1gua\u201d, relatou. \u201cSe n\u00e3o tivesse a bicicleta do filho dele [disse apontando para outro pescador], eu iria andando e ia ser pior ainda. De vez em quando, tenho que ir ao m\u00e9dico e andar tudo isso para chegar l\u00e1\u201d, reclamou.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Rodrigues, h\u00e1 mais fam\u00edlias em outros trechos do rio que passam por situa\u00e7\u00f5es ainda mais dr\u00e1sticas. Ele disse que\u00a0mesmo que o rio encha at\u00e9 o fim\u00a0do ano, a perspectiva \u00e9 de que s\u00f3 consigam\u00a0desencalhar\u00a0seus flutuantes em janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTodos est\u00e3o passando pela mesma situa\u00e7\u00e3o. Tem gente mais para dentro ali, atolado, que n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de sair. E vai&nbsp;sair depois de n\u00f3s. Sa\u00edmos primeiro porque ainda \u00e9 barco, mas os flutuantes saem depois, porque n\u00e3o tem condi\u00e7\u00e3o, talvez a gente v\u00e1&nbsp;sair daqui para janeiro, ou l\u00e1 para o fim&nbsp;de dezembro\u201d, observou.<\/p>\n\n\n\n<p>Raimundo Lucas da Silva, 61 anos, pescador amigo de Rodrigues, criticou a aus\u00eancia do poder p\u00fablico que, segundo ele, s\u00f3 apareceu uma vez para entregar cestas b\u00e1sicas aos ribeirinhos das ilhas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o aqui est\u00e1 prec\u00e1ria, estamos dentro da lama, sem ajuda de governo, de prefeito, vereador, n\u00e3o temos ajuda de nada. Sem poder sair para nenhum canto, s\u00f3 para Cacau Pir\u00eara, para Manaus voc\u00ea n\u00e3o pode sair. Estamos aqui desde que come\u00e7ou a secar e at\u00e9 agora est\u00e1 assim. Quando o rio encher \u00e9 que vamos&nbsp;poder sair\u201d, disse. \u201cTeve uma seca grande, ficou tudo seco, mas foi r\u00e1pido. Agora, essa que estamos atravessando aqui est\u00e1 dif\u00edcil mesmo, n\u00e3o temos apoio do governo. O prefeito veio aqui uma vez, deu uma cestinha b\u00e1sica deste tamanho\u201d falou, gesticulando para mostrar&nbsp;um pequeno pacote.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEle [o prefeito] foi embora, abandonou a gente, pedimos ajuda&nbsp;para fazer uma escava\u00e7\u00e3o para as canoas poderem passar, ir para o outro lado comprar um gelo, porque voc\u00ea est\u00e1 vendo essa \u00e1gua. Pegamos \u00e1gua de uma cacimbinha. Estamos sem luz h\u00e1 dois meses\u201d, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>&nbsp;entrou em contato com a prefeitura de Iranduba, mas n\u00e3o teve retorno.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Manaus, nas comunidades do bairro Tarum\u00e3-mirim, na zona rural, a situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 preocupante devido a problemas de deslocamento e n\u00e3o recebimento de cestas b\u00e1sicas. Na comunidade Nossa Senhora De F\u00e1tima, formada por cerca de duas mil pessoas, moradores citam&nbsp;uma \u00fanica entrega de cesta b\u00e1sicas para a popula\u00e7\u00e3o local, no in\u00edcio de outubro.<\/p>\n\n\n\n<p>O vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores da Comunidade Nossa Senhora de F\u00e1tima, L\u00e1zaro Furtado de Santos, 65 anos, disse que os cerca de 2\u00a0mil habitantes t\u00eam sofrido para manter o sustento e se alimentar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOlha, a dificuldade tem, prometeram aqui um rancho [cesta b\u00e1sica], para n\u00f3s n\u00e3o, para a comunidade, n\u00e9? Em&nbsp;200 cestas b\u00e1sicas vieram&nbsp;cinco&nbsp;itens para cada fam\u00edlia. N\u00e3o veio nem uma cesta b\u00e1sica, veio um quilo de arroz, meio de feij\u00e3o, um pacote de caf\u00e9 de 100g, um \u00f3leo, um a\u00e7\u00facar.&nbsp;Para quem veio a\u00e7\u00facar&nbsp;n\u00e3o veio \u00f3leo, para quem veio farinha, n\u00e3o veio o a\u00e7\u00facar e assim foi sucessivamente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Santos disse ainda que os moradores&nbsp;esperam a constru\u00e7\u00e3o de uma estrada asfaltada ligando a comunidade \u00e0&nbsp;zona urbana de Manaus. Segundo ele, as obras tiveram in\u00edcio h\u00e1 alguns anos, mas continuam longe da conclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe vier o&nbsp;asfalto, fica melhor para todo mundo. Caso n\u00e3o venha, se for s\u00f3 uma maquiagem que os pol\u00edticos fazem, quando chover&nbsp;n\u00e3o vai ter mais acesso de novo, vai ficar enlama\u00e7ado, vira buraqueira\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Por enquanto, os moradores utilizam uma estrada de barro, enquanto aguardam a chegada do asfalto para ir a Manaus. O trajeto, por\u00e9m, \u00e9 demorado, e, por isso, o meio mais utilizado ainda \u00e9 o deslocamento pelas \u00e1guas dos rios. Com a seca, houve aumento nos custos com transporte feito&nbsp;por mototaxistas, uma vez que \u00e9 necess\u00e1rio caminhar, dependendo&nbsp;da comunidade, por v\u00e1rios minutos ou at\u00e9 mesmo horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Dona de um restaurante na comunidade, Concei\u00e7\u00e3o Ferreira Marical, 51 anos, conhecida como C\u00e1tia, contou \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>\u00a0que teve que reajustar o pre\u00e7o da refei\u00e7\u00e3o, por causa\u00a0do aumento com os custos de transporte. Ela disse que em tempos de cheia, os barcos chegam no come\u00e7o da comunidade, mas com a seca, teve que acrescentar o custo do transporte para n\u00e3o ter preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cT\u00e1 muito dif\u00edcil trazer as coisas de l\u00e1 [Manaus].&nbsp;Gastamos muito para chegar aqui. Eu vendia minha refei\u00e7\u00e3o a R$ 10,00 e aumentei R$ 2,00, o pessoal at\u00e9 reclamou, mas aleguei&nbsp;que \u00e9&nbsp;preciso&nbsp;entender que, agora, estamos gastando muito para chegar aqui. L\u00e1 [em Manaus] eu pego o carro para descer a Marina, R$ 40,00. A\u00ed eu pago o pessoal para carregar, v\u00e3o&nbsp;mais R$ 30,00. Aqui, pego um&nbsp;motot\u00e1xi, s\u00e3o R$ 10,00 a&nbsp;cada viagem. Gastamos muito para chegar\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>A prefeitura de Manaus informou&nbsp;que, na primeira fase da Opera\u00e7\u00e3o Estiagem, 481 fam\u00edlias de 11 comunidades da regi\u00e3o do Tarum\u00e3-A\u00e7\u00fa receberam ajuda humanit\u00e1ria fornecida pelo munic\u00edpio, com 606 cestas b\u00e1sicas, 6.100 litros de \u00e1gua pot\u00e1vel e 379&nbsp;<em>kits<\/em>&nbsp;de higiene, al\u00e9m de&nbsp;po\u00e7os artesianos nas comunidades Ti\u00fa e S\u00e3o Sebasti\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a prefeitura, a opera\u00e7\u00e3o&nbsp;beneficiou ainda 77 comunidades ribeirinhas de Manaus com 6.229 cestas b\u00e1sicas, 4.833&nbsp;<em>kits<\/em>&nbsp;de higiene e 43.120 litros de \u00e1gua pot\u00e1vel, incluindo 23.660 moradores ribeirinhos da capital amazonense.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa segunda fase, iniciada na semana passada com aux\u00edlio do governo federal no valor de R$ 3,6 milh\u00f5es, por meio do\u00a0Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o e do Desenvolvimento Regional, o objetivo da prefeitura de Manaus \u00e9 levar ajuda humanit\u00e1ria a\u00a081 comunidades ribeirinhas, incluindo as localizadas na regi\u00e3o do Tarum\u00e3-A\u00e7u\u201d, diz\u00a0nota encaminhada pela assessoria. A\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasi<\/strong>l tamb\u00e9m entrou em contato com o governo estadual, mas n\u00e3o obteve retorno.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2023-11\/ribeirinhos-no-amazonas-reclamam-de-falta-de-assistencia-durante-seca\">Por Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Rafa Neddermeyer\/Ag\u00eancia Brasil Moradores de comunidades ribeirinhas e de flutuantes encalhados no Rio Negro relatam sofrer \u201cabandono\u201d por parte do poder p\u00fablico local e estadual. Entre as situa\u00e7\u00f5es est\u00e3o a falta de recebimento de cestas b\u00e1sicas, de acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e energia el\u00e9trica. 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